Formulações do SPX¶
Esta seção descreve o que o programa calcula — os métodos, as hipóteses, os coeficientes e, sobretudo, os limites de validade de cada um.
Ela existe porque um programa de fundações não deveria ser uma caixa-preta. O projeto é assinado pelo engenheiro, e para assinar é preciso saber qual conta foi feita.
Como ler estas páginas¶
Cada página segue a mesma estrutura:
- A formulação, com as equações como o programa as aplica.
- As decisões de implementação — os pontos em que o método admite mais de uma leitura e o programa escolheu uma. São eles que explicam divergência entre programas diferentes usando "o mesmo método".
- Os limites de validade, marcados assim:
Faixa de aplicação
Este bloco aparece em todas as páginas e delimita onde o método vale. Leia-o como parte do resultado, não como rodapé.
A cadeia de cálculo¶
Os módulos não são independentes: cada um consome o anterior.
Uma consequência prática: mudar a sondagem muda tudo. A classificação do solo seleciona \(K\), \(\alpha\), \(C\) e \(m\), que por sua vez definem capacidade, recalque, rigidez das molas, esforços e armadura. Não há como alterar o perfil e aproveitar um dimensionamento anterior.
As páginas¶
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Aoki-Velloso, Décourt-Quaresma e Teixeira. Como cada um define o \(N\) de ponta, e por que isso é a principal fonte de divergência entre eles.
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Cintra & Aoki, recalque de grupo e curva carga × recalque de Van der Veen.
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Molas de Winkler, \(K_h = m \cdot z\) e \(K_v\) por tensão admissível.
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Pórtico espacial sobre base elástica, com estacas inclinadas.
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Flexão composta oblíqua com diagrama de interação, segunda ordem e cortante.
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Todos os coeficientes, com a lógica por trás das escalas.